A FÁBRICA DA PREGUIÇA

O lugar em que surgem, surpreendidos e orbitantes, os produtos da alma marismática, entre as torres da incerteza e a carne acumulada da solidão.

15.11.05

POESÍA GALEGA

poesía21

4 Comments:

Blogger Casteleiro said...

Não se consegue ver nada.

5:52 da tarde  
Anonymous Ramiro said...

Acontece-me igual que ao Pedro. Será outra ironia da poesia galega?

9:00 da tarde  
Blogger Táti Mancebo said...

hahaha
A ver se o amaño.

11:09 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Gustei da páxina, sobre todo dos poemas de telmo fiz.

1:07 da manhã  

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